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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Crônicas da Profª Elis

09:45 // por EMEF - Rui Barbosa // , // Sem comentários

O importante é cativar?
(Publicada no Jornal Folha das Máquinas, 04/09, p. 06)

   Li que a animação O Pequeno Príncipe estreia nos cinemas nestes dias. Esse é um dos livros mais lidos de todos os tempos. Já é, muito antes da internet, das salas de cinema nos shoppings, do DVD e do blue ray, da animação e da TV em 3D. Essa evidência e o otimismo em relação ao livro como elemento cultural bem que poderiam significar uma corrida às bibliotecas e livrarias.
      A arte anunciando o novo filme levou-me, no aviãozinho prestes a cair no deserto, para um final de ano do antigo segundo grau, hoje ensino médio, em que nutria um amor platônico, o que hoje nem deve existir mais, uma vez que quem está a fim pula o curtir, compartilha e logo esquece, afinal, a fila anda...
      Um livro de mensagens que ganhei relacionava as passagens do livro de Exupéry a situações cotidianas, e uma das principais, ilustrada com uma cena de multidão apressada, dizia que as pessoas não tinham mais tempo para nada, estavam sem amigos, pois não se dedicavam a cativá-los. Isso mudou muito, certo? Afinal, qualquer um de nós coleciona entre 800 e 2348 amigos em poucos clicks.
      Mas o que mais importava na época, afinal eu vivia um amor platônico, era a parte em que a raposa relacionava a cor dourada dos campos de trigo aos cabelos do principezinho. Fazer o quê, o menino era loiro. E eu me pergunto como uma menina de ensino médio lê este livro hoje, que leituras faz de uma história aparentemente inocente, mas densa e intensa a ponto de transitar por gerações e impulsionar diferentes leituras.
     Vou acompanhar com curiosidade a bilheteria, o tipo de público, o impulso à leitura e tudo mais que a animação pode provocar. Principalmente, estou ansiosa para conhecer a leitura que os animadores fizeram deste clássico da literatura.

 Dois cães no céu
(Publicada no Jornal Folha Das Máquinas, 21/08, p. 06.)

     Acompanhar os últimos momentos de um cãozinho que deixou o pote de ração cheio e a água fresca, porque partiu muito cedo; esqueceu-se de apanhar o bichinho de pelúcia, porque foi embora antes do tempo; não fez a costumeira festinha para ganhar um petisco, porque não pode voltar para casa. Isso é tão difícil.
     Guardar suas coisas, os potes, o cobertor, as almofadas surradas, doar a ração e outros comestíveis caninos que sobraram; ver que nem roeu o ossinho do último churrasco, que ele gostava tanto; desfazer seu canto preferido, que incluía o cobertorzinho e a poltrona, doação das crianças, suas amigas mais fiéis. Isso dói muito.
      Como será o fim do dia? Os passeios já estavam virando rotina. E quem vai aproveitar o colo delas depois da escola e recebê-los depois do trabalho, rabinho faceiro? Você já percebeu que podem passar vários carros semelhantes na rua, mas seu cachorro sabe, com muitos metros de antecedência, quando realmente é você que está chegando?
      Quando você perde um amigo cão de quatorze anos, sofre muito, queria que ele vivesse até os máximos vinte anos, que dizem ser possível. Mas conforma-se, uma vez que ele já não ouvia mais e tinha dores pelo corpo. Por outro lado, quando se vai um cãozinho jovem, além de triste você se sente um inútil, culpado pelo descuido, que não teve final feliz.
      Duas perdas dessas e resta o conforto de que seus dois amigos devem ter se encontrado, no céu dos animais (perdão pela falta de originalidade) e o mais novo deve estar contando ao outro as novidades da casa. Que mudou de cor, que as flores chegaram mais cedo neste ano, que a meninada cresceu muito e que os ossinhos estão mais raros, afinal a carne para churrasco está caríssima. O mais velho lembrando ao mais novo tê-lo avisado de que briga de rua é coisa de cachorro grande... Que se divirtam, pois por aqui isso vai demorar um pouco.

 Cor preferida
(Publicada no Jornal Folha das Máquinas, 18/08, p. 08)

      “Mãe, qual é sua segunda cor preferida”, pergunta minha filha de oito anos. A primeira ela sabe que é verde, mas não quer pintar o cartão de aniversário de verde. Cito a cor e ela pergunta pela terceira cor preferida, entrego os pontos e digo que é rosa. Afinal, há 16 anos vivemos em um universo rosa, em todas as nuances, com pontos de lilás e por aí afora. Laranja, vermelho, azul, essas vêm em fases, mas o rosa... Vou amar esse novo cartão rosa!
     Porém, a vida surpreende, graças a Deus. O cartão vem com verde, vermelho, amarelo e até um contorno preto. E o mais saboroso, ele diz “você é linda como uma esmeralda”. Inacreditável que as pessoas digam que não sabem escrever poesias ou que não lembram o que é uma metáfora, se com oito anos a gente já sabe. E não se desaprende apenas poesia e metáfora ao longo da vida, por isso as pontualidades são importantes, o ano novo para metas e promessas; a segunda-feira para dietas; o aniversário para retomadas.
      Então, espeto o balão multicolorido chamado ego (no dia seguinte, afinal ninguém é de ferro, rsrsrs) e retomo acontecimentos, decisões, sucessos e tombos, sabendo que nem sempre agradeci ou reconheci e que perdi oportunidades de estreitar laços. Não apenas os jovens acreditam que vão viver para sempre, todos em alguma medida acreditamos nisso e vamos projetando no amanhã, deixando para “um dia desses” a visita, o abraço, o agradecimento.
      Olhando os lírios amarelos (amarela é minha cor preferida para flores) prometo mais uma vez que os gestos e os momentos simples da vida serão rotina, que não faltarei às comemorações, que parabenizarei todos os aniversariantes do dia, que elogiarei com frequência, que sorrirei sinceramente aos que me tiram a paciência, que farei mais algumas coisas que gosto e menos outras que detesto, que serei voluntária e, finalmente, que não descuidarei dos exercícios físicos (Affff!).
      O sinal do WhatsApp interrompe a reflexão e a outra filha, aquela que pintou nossa casa de rosa há dezesseis anos, pergunta: “Mãe, qual é mesmo tua cor preferida? Verde?” Ela já pinta com todas as cores, veste animal print, marsala ou o que “pintar”, então, sinto o clássico arrepio de mãe. Em seguida, baixa uma foto: “Surpresa, mãe, pintei meu cabelo de verde!

Por que os rios da minha cidade não são azuis?
(Publicada no Jornal Folha das Máquinas, de 14/08, p. 07)

     Com que frequência você troca a foto de capa ou de perfil nas redes sociais que frequenta? Substituindo-as umas três ou quatro vezes por ano, pode refletir sobre como anda sua popularidade e quantos amigos você tem, sendo que, em geral, 10% dos contatos se manifestam sobre as postagens (resultado de pesquisa nada oficial), o que pode indicar que são os que realmente se importam com você (ou não).
      Virou foto de capa, um dia desses, com míseros 2% de importância, um rio da minha cidade, emoldurado de verde, encoberto de azul, (mal) tirada durante um passeio de férias com quatro crianças curiosas que amam computadores, smartphones e toda maravilha tecnológica que há, entretanto, ainda trocam tudo por uma incursão pela natureza ou uma tarde no parque.
      E eu que já andei tantas vezes pelas trilhas desta cidade, sinto cheiro de mato na foto, frescor na pele, ouço o som da água descendo pelas pedras, vejo que o verde abraça tudo isso (e não há sacolas de supermercado ou peças de roupas descartadas penduradas, pelo menos naquele ponto).
      Recordo que, no mundo das belas imagens, um parapente na imensidão azul ou a pesca numa cachoeira alcançaram números mais expressivos que o riozinho de águas turvas. Concluo que fui injusta ao apresentá-lo desprovido de filtros e maquiagem, como quem ama, e pergunto por que os rios da minha cidade não são azuis como as águas que aprendi a pintar na infância.
Essa infância que pintou águas de azul e não aprendeu a admirar as reais, turvas ou barrentas pela chuva, cresceu e inunda os barrancos com plástico, panos e todo tipo de objetos inúteis que tornam nossos arroios menos admiráveis, ainda que mais vitais, do que os dos comerciais de pick-ups. Fico decepcionada com meu descuido fotográfico que não captou a exuberância das flores e cogumelos, o som da correnteza nas pedras e o quão privilegiados somos.
      Poderíamos, talvez, andar de canoa, abrir um camping, viabilizar a pesca ou outro esporte aquático, mas isso atrairia barulho, sujeira e estranhos; tiraria o espaço de nossos entulhos. Mantenhamos nossa distração restrita às noites dos finais de semana e às nossas avenidas, em que cultivamos novas gerações que preferem pintar águas com as cores das sacolas plásticas e das garrafas pet.


 A moça que cuida de pássaros
(Publicada no Jornal Folha das Máquinas, 11/08, p. 08)

     As vidraças são ilusões. Ilusões de liberdade. Ilusões de espaços. Que o digam os pássaros estatelados nos vidros transparentes das edificações desta cidade.
      Eu que não voo, viajo de uma árvore a outra e analiso as estações pelas copas das árvores do outro lado da rua. Nos invernos já quis ter uma máquina que aparasse as copas das mais altas, secas pelas geadas, ou desde antes, pelos ventos do outono. Irritante ver as copas secas, esquálidas, da janela em que me enquadro.
      Mas de repente verdes (de repente?). Por quanto tempo não examinei as copas, perdida entre panelas, filhas, roupas, cadernos, wi-fis... E então parece ridícula a ideia da máquina para podar copas inacessíveis. Exuberantes agora.
      As vidraças... ilusão de liberdade nos dias em que me perco entre paredes, tarefas e minutos... ilusão de atmosfera para os pássaros entre áreas verdes, que escassas em muitos lugares, são duas ao meu redor. Tucanos, quatis, sabiás, pombas, jacus, lagartos e esquilos são comuns por aqui.
      Plaaffffftttt!! Mais uma pomba na vidraça!? Não... Para surpresa, um lindo pássaro de penas pretas e amarelas, com um penacho vermelho na nuca, grande como uma pomba, tonto na grama. Seguro – no cuidadosamente e ele se agarra aos meus dedos como a um galho de árvore (ou a uma tábua de salvação).
      E agora? Lembro-me da moça que salva pássaros, segundo o facebook. Sim, o polo metalomecânico tem, além de máquinas e metais, uma moça que gasta seu tempo (que vale dinheiro!?) cuidando de pássaros. Ligo e ela vem... larga tudo, lanche, sobrinhos, as compras no super... “um pássaro para cuidar, que sobreviva ao espaço ilusório da cidade é coisa que vale a pena”.
      Ele arfa, coração passarinho a mil, o penacho vermelho em movimento, asas, bico, todo sobressalto. O que diz a moça que cuida de pássaros? “Ele é tão lindo, é silvestre, queira Deus que voe!” Ele ouve e voa, bico úmido de gotas frescas, penas lisas de carinho de moça loira que já foi pássaro e que sabe como é bom voar.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

50 Dicas Sobre Sustentabilidade

12:57 // por EMEF - Rui Barbosa // , // Sem comentários


A partir de pesquisas na internet sobre sustentabilidade,
os alunos criaram juntamente com a profª Elis,
um vidro com 50 dicas sobre sustentabilidade, customizado
com sobras de tecidos e de papel reciclado das
outras oficinas temáticas do Programa +Educação.
























quinta-feira, 20 de agosto de 2015

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Trabalhando a Sustentabilidade

06:15 // por EMEF - Rui Barbosa // , // Sem comentários




Depois de pesquisar os links acima, os alunos produziram
textos no editor de textos e desenhos no Kolour Paint
sobre SUSTENTABILIDADE.







Confira abaixo os trabalhos:




 VAMOS MUDAR O MUNDO
Autor: Jeferson Daniel Silva dos Santos - Turma 91

“Sustentabilidade é dar suporte a alguma condição, algo ou alguém em alguma tarefa. Atualmente, o termo é bastante utilizado para designar o bom uso dos recursos naturais da Terra, como a água e as florestas do mundo todo”.

 Eu aprendi que os pais têm o dever de ensinar os filhos sobre respeito, poluição, desmatamento, desperdício de água e de energia elétrica, que mais tarde pode prejudicar a todos; também que a gente não precisa jogar fora as garrafas pets, pois podemos fazer brinquedos ou alguma arte por mais que tenha hoje em dia os catadores de litros.

Quando a gente for dormir, nunca deixar ligado na energia o que a gente não vai utilizar, como carregadores de celulares, cabo de vídeo game, cabo de TV nem de som, apenas o que vai usar.

Na hora do banho, economizar água, sendo que a gente pode ligar o chuveiro, se ensaboar, se esfregar bem, ligar o chuveiro, se enxaguar e está pronto. Só que a maioria fica lá cantando, dançando e nem vê o tempo passar, então, o jeito é os pais convencerem os filhos, darem um tempo, e se o filho fizer naquele tempo compensá-lo com diversão e outras coisas que eles querem fazer.

Toda a criança gosta de brincar na água, porque ainda não sabe a importância que ela nos traz, por isso vamos ensiná-las a não desperdiçar mais água, incentivar as crianças a ler mais para que elas sejam intelectuais e ler bastante sobre o meio ambiente.

Tem gente que gosta de desmatar, derrubando árvores, mas não sabe o tanto que vai prejudicar no futuro, as pessoas vão cortando e cortando e isso pode fazer com que não consigam respirar ar puro. Por isso, tem que ensinar os filhos desde cedo, assim eles raciocinam melhor e é uma lição para a vida toda.

As pessoas só sabem cortar as árvores porque que elas não plantam, então pensam que nunca vai acabar, que sempre vai ter; mas um dia acaba, então está na hora de começar a colaborar com nosso planeta fazendo reflorestamento. Também é bom ter uma horta em casa para não precisar estar comprando.

A poluição é muito ruim, é fácil jogar lixo no rio, na rua, mas depois prejudica a saúde de todos, então, vamos parar com o desmatamento, com a poluição, com desperdiço de água e de energia e vamos ajudar o nosso planeta a evoluir. Fale com seu filho, com seu vizinho, fale com todos, vamos parar de machucar o planeta!

UMA IDEIA SUSTENTÁVEL
Autor: Emerson Willian Gamst dos Santos - Turma 81

Em uma escola pequena, um grupo de jovens teve uma ideia para criar uma horta. Foram pesquisar num link incrível, que mostrava lugares e pessoas que dedicam sua vida para cuidar do planeta. Viram sobre alimentos doados para quem não tem dinheiro para seu sustento e que é preciso economizar água e cuidar da saúde para poder ajudar os outros. Para isso, é preciso se alimentar bem e comer bastante frutas e legumes.

Então, pensaram em um programa comunitário que ensinasse as pessoas a produzirem em casa. Fizeram de um terreno feio uma grande horta, para quem quisesse ajudar, aprender e tirar verduras. Dividiram-se em grupos, sendo que um menino conseguiu o terreno com um morador, que achou o projeto interessante e resolveu doar. Quanto às sementes, foi fácil, o pai de uma menina era dono de uma agropecuária, com ele conseguiram um patrocínio.

Para conseguir as enxadas, pás e as demais ferramentas, saíram pedindo emprestadas aos moradores da redondeza. Por fim, competiram para ver quem conseguia mais ideias para a horta, sendo vencedor um menino de 13 anos de idade. Ele sugeriu um modo de economizar, aproveitando a água da chuva, que funcionava assim: uma calha levava a água até uma caixa, de lá escorria através de um cano para a horta, onde ia molhando aos poucos a plantação.


“É natural que as crianças gostem de brincar com água e não saibam a dimensão dos problemas do desperdício deste recurso. Por isso é papel dos pais e responsáveis mostrar a elas o valor que a água tem em nossa vida e como fechar as torneiras completamente. Busque brincadeiras e jogos para ensinar, pois assim elas guardam para o resto da vida”.
Autor: Vinicius - Turma 62

POLUIÇÃO E SUSTENTABILIDADE
Autor: Lucas Alan Silva dos Santos - Turma: 71

A água serve para uso em várias tarefas, como lavar roupa, louça, piso, etc. Mas ela é limitada, por isso, para tarefas como lavar o carro, o chão e regar as plantas você pode usar a água da chuva e poupar o limite de uso. No banho, poupe água, tomando um de menos de oito minutos; lembre- se de que ao tirar o carregador de celular e deixá-lo na tomada, você pode estar gastando 10% a mais de energia, o mesmo com outros objetos como vídeo game, computadores, etc.

Ao jogar lixo nos terrenos baldios, você pode estar criando mosquitos da dengue, bactérias e pode prejudicar a saúde de crianças, jovens e adultos, ainda, pode estar poluindo o ar. Além disso, jogar lixo no rio também é poluição.

Se você tem frutas podres e cascas como de banana, pode colocar em hortas, para adubação, pois em uma terra melhor, maior será a produção de verduras e legumes; as sementes podem ser usadas para reprodução, como a de laranja, bergamota, abóbora, etc.

O desmatamento da natureza é muito grave, porque cada uma que você arranca ou corta faz falta para a natureza e aumenta a poluição do ar. Poucos jovens se preocupam com o lixo, se um jogar um papel de bala ali outro aqui, outro jogar uma sacola, já estão colaborando para a poluição do ar e maltratando a natureza.

A IDEIA SUSTENTÁVEL
Autor: Carlos Buzz - Turma: 72

Eu estava na minha sala de aula, conversando com meus colegas e nós tivemos a ideia de fazer uma horta para cultivar alimentos e para sustentar nossas famílias. Para isso, cada dia iria uma pessoa colocar água.

Deu certo, então, os jovens acharam incrível a ideia e queriam levá-la para outros lugares, falar para melhorar a vida de outras pessoas, assim criaram um link sobre o assunto e ajudaram o planeta a ter uma saúde melhor.

Depois dessa ideia, eles tiveram outras, por exemplo, para molhar as plantas eles reaproveitavam a água. Assim virou algo grande, pois sempre pensavam em mais coisas, por exemplo, eles começaram a dar comida para os mendigos. Isso se espalhou pelo mundo e o assunto da horta já está em todas as revistas de agronomia.

Foi assim que eu, Vinicius, menino de uma cidade do Rio Grande do Sul, chamada Panambi, fiquei famoso. Quando cresci, abri escolas de agronomia pelo Brasil todo e pelo mundo afora também.

CRIANÇAS E A SUSTENTABILIDADE
Autor: Gabriel Vargas - Turma: 81

Eu li sobre a energia que você não pode deixar carregador na tomada porque isso acaba gastando muita luz, então você tem que ensinar isso às crianças. A maioria delas gasta muita água e não sabe cuidar, por isso você mais velho tem que ensiná-las a fechar as torneiras e não ficar muito tempo tomando banho. Além de poupar o meio ambiente, o jovem vai aprender a consumir com economia e a reciclar várias coisas.

Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade, ainda, a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Infelizmente, é muito comum adultos e crianças deixarem lâmpadas e TV ligadas. Converse com as crianças sobre a natureza e o desmatamento, para que o desperdício não aconteça, você tem que ensinar elas.

Fale para as crianças terem cuidado com limpeza e higiene em casa e na escola, além disso faça com que a criança teste seus conhecimentos sobre meio ambiente e sustentabilidade. Mostre a seu filho variedades de alimentos e bebidas que ele pode aprender a comer junto com você. Pegue o resto de comida que sobra e não ponha fora, faça alguma coisa nova com aquilo que sobrou. Faça sempre passeios com seu filho, ande de bicicleta, jogue bola, corra, mas não deixe de educar e ensinar. 

ENSINANDO A PRESERVAR E TER SUSTENTABILIDADE
Autor: Antonio Francisco Vargas de Souza - Turma:71

Nunca é cedo demais para ensinar seu filho a cuidar da natureza e ser sustentável, para ter um futuro normal, sem problemas, sem falta de água, com um ar limpo para respirar e para ter sustento dentro de casa.

É bom ensinar a ser ecológico dentro de casa, por exemplo, tendo plantas e deixando baldes em goteiras fora de casa quando chove. Assim você economiza seu dinheiro e cuida das plantas e do meio ambiente.

Fique atento ao tomar banho, gaste menos tempo; feche bem a torneira enquanto escova os dentes e passa fio dental.

A energia elétrica também pode ser usada de forma a ajudar o meio ambiente a ser mais sustentável, mas também tem gente esbanjando esse bem precioso que nós temos, por exemplo, deixando carregadores de aparelhos celulares ou luzes ligadas nas peças de toda

Muitas vezes as crianças fazem isso porque os pais não dão exemplo sobre apagar as luzes, o que pode afetar bastante a economia de eletricidade e a conta no final do mês aumenta.

Desde quando ele é pequeno você precisa ensinar seu filho a separar o lixo corretamente, para cuidar do planeta e ter a consciência limpa, separando os restos do lixo da cozinha e do banheiro, de vidros e de plásticos.

Também a utilizar sacolas recicláveis para buscar compras do supermercado, levar uma para catar papeis de bala e outros tipos de papeizinhos que podem prejudicar a sociedade. Se cada papel que for jogado na rua entrar em um bueiro, vai entupir e criar inundação. Por isso devemos explicar sobre como é bom cuidar da nossa natureza!

A vida e a saúde são uma coisa muito preciosa para se deixar morrer, então, se alimente e conheça lugares incríveis, conheça pessoas novas, aproveite a vida enquanto tem saúde para se divertir, se alimentar ter ideias de sustento. E aproveite as horas que tem para se divertir com links aprendendo a sustentabilidade.

O IDEAL DOS ALUNOS
Autor: André - Turma: 72

Era uma escola pequena que não tinha ideia de como fazer para ir nuns lugares incríveis, porque não tinha muito dinheiro. Além disso, tinha uma horta muito pequena para seus alimentos e os jovens não tinham muitos recursos para deixa-la maior. Então, o grupo dos jovens teve uma ideia, eles falaram;

-Vamos vender todos os frutos das nossas árvores e vamos pesquisar em links, no computador da escola, para ver como fazer a horta mais grande do planeta.

Como também não tinham água tratada para tomar, pegavam da chuva e tinham uma saúde muito fraca. Armazenando água, procurando informações e unindo-se, venderam todos seus frutos para um velho que quis ajudar a escola.

Ele deu um dinheiro a mais, então, eles pegaram e compraram uma caixa de água, deu também para comprar umas sementes e eles ficaram muito felizes com o velho que ajudou a escola muito pequena. Fizeram uma horta maior com todos os alunos da escola e em poucos meses já estavam produzindo mais alimentos. Chegou, então, a vez de pensar como produzir mais e ter recursos para visitar os lugares incríveis que querem conhecer.

POUPE LUZ E ÁGUA
Autor: Kaio da Costa Martins - Turma: 71

Energia elétrica: Eu li sobre como economizar água e energia elétrica e descobri que o carregador de telefone celular e os carregadores de pilhas e baterias que nós deixamos ligados na luz elétrica gastam 10 % da energia do mês, mesmo sem os aparelhos ligados, isso é, se você não deixar o carregador ligado na luz elétrica, não vai gastar esse valor; outra coisa, os vídeo games e aparelhos elétricos na tomada, mesmo sem uso, podem gastar energia .

Água potável: é normal ver crianças e adultos brincando com água que dá para beber, isso é desperdício, então, como não desperdiçar? Não deixando torneira ligada, enquanto escovar os dentes; fechar e consertar as que pingam; ficar 5 minutos dentro do banho; enquanto lavar a louça não deixar a torneira ligada. Poupe água!